São Paulo, 28 de fevereiro de 2024
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Protocolo de Enfermagem em Atenção à Saúde - COREN-GO

Resultado do esforço, conhecimento e experiência de profissionais que atuam em instituições de saúde e ensino na área da atenção básica, o Protocolo de Enfermagem em Atenção à Saúde foi produzido com o intuito de suprir necessidades dos profissionais em saúde para uma prática clínica sistematiza. O manual trata de temas de importância em atenção básica que direcionam o exercício profissional da enfermagem, reunindo informações relevantes para gestores, enfermeiros e demais profissionais da equipe de saúde. Outro ponto focado é a educação permanente daqueles que cuidam diretamente da população, incentivando a qualificação constante e orientando, por meio de normas e protocolos, a atuação destes profissionais nos postos de atenção básica. O protocolo se torna um roteiro prático, assegurando um atendimento adequado, de qualidade e autorizado pelo órgão competente na fiscalização das atividades da enfermagem, considerando que o trabalho da área se tornam cada vez mais complexos.

 

 
Protocolo de Enfermagem em Atenção à Saúde de Goiás - Coren-GO

O Manual ‘Protocolo de Enfermagem em Atenção à Saúde de Goiás’, lançado pelo Coren-GO, é o resultado do esforço, do conhecimento e experiência de profissionais de Goiás que atuam em instituições de saúde e de ensino na área da atenção básica. O manual trata de temas de fundamental relevância para a prática clínica do enfermeiro na atenção básica com o diferencial de contemplar, em forma de fluxograma, os aspectos que direcionam essa prática. Reúne informações que serão de grande valia para os gestores por ser um guia da atuação nos locais de trabalho, por respaldar o desempenho dos enfermeiros e demais profissionais da equipe de saúde, por orientar as ações de educação permanente no ambiente da prática além dos estudantes interessados no cuidado em atenção básica.

 
Protocolos da Atenção Básica: saúde das Mulheres

Com o objetivo de ampliar a resolutividade das equipes de saúde, os Protocolos da Atenção Básica (PAB) têm enfoque clínico e de gestão do cuidado, servindo como subsídio para a qualificada tomada de decisão por parte dos profissionais de saúde, de acordo com aspectos essenciais à produção do cuidado na Atenção Básica. O presente protocolo, dedicado à Saúde das Mulheres, dialoga com os princípios e diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) ao considerar o gênero, a integralidade e a promoção da saúde como perspectivas privilegiadas, bem como os avanços no campo dos direitos sexuais e reprodutivos, sob orientação das diferentes dimensões dos direitos humanos e questões relacionadas à cidadania. Afirma-se também um compromisso com a implementação de ações de saúde no âmbito da AB que reduzam a morbimortalidade por causas preveníveis e evitáveis, a partir da adoção de boas práticas profissionais, com enfoque não apenas para a mulher, mas também para a família e a comunidade.

 
Protocolos de encaminhamento da atenção básica para a atenção especializada

Neste material, toma-se como foco a Atenção Básica, em especial alguns aspectos presentes no processo de referenciamento de usuários para outros serviços especializados, que são abordados sob a forma de protocolos de encaminhamento. É bem verdade que tais protocolos, para se efetivarem e terem maior potência, precisam ser articulados a processos que aumentem a capacidade clínica das equipes que fortaleçam práticas de microrregulação nas Unidades Básicas de Saúde (tais como gestão de filas próprias da UBS e dos exames e consultas descentralizados/programados para cada UBS, por exemplo) e que propiciem a comunicação entre UBS, centrais de regulação e serviços especializados (pactuação de fluxos e protocolos, apoio matricial presencial e/ou a distância, entre outros). Um dos destaques que merecem ser feitos é a consideração e a incorporação, no processo de referenciamento, das ferramentas de telessaúde articulado às decisões clínicas e aos processos de regulação do acesso.

 
Protocolos de encaminhamento da atenção básica para a atenção especializada

Neste material, toma-se como foco a Atenção Básica, em especial alguns aspectos presentes no processo de referenciamento de usuários para outros serviços especializados, que são abordados sob a forma de protocolos de encaminhamento. É bem verdade que tais protocolos, para se efetivarem e terem maior potência, precisam ser articulados a processos que aumentem a capacidade clínica das equipes que fortaleçam práticas de microrregulação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) - tais como gestão de filas próprias da UBS e dos exames e consultas descentralizados/programados para cada UBS, por exemplo- e que propiciem a comunicação entre UBS, centrais de regulação e serviços especializados -pactuação de fluxos e protocolos, apoio matricial presencial e/ou a distância, entre outros. Um dos destaques que merecem ser feitos é a consideração e a incorporação, no processo de referenciamento, das ferramentas de telessaúde articulado às decisões clínicas e aos processos de regulação do acesso. Neste contexto, os protocolos de encaminhamento são ferramenta, ao mesmo tempo, de gestão e de cuidado, pois tanto orientam as decisões dos profissionais solicitantes quanto se constituem como referência que modula a avaliação das solicitações pelos médicos reguladores.

 
Rastreamento Organizado do Câncer de Mama - Programa Mulher Curitibana e Inca

O câncer de mama é o mais frequente na população feminina mundial e brasileira. O rastreamento organizado, quando ofertado para as mulheres entre 50 e 69 anos, com realização de mamografia a cada dois anos, pode reduzir em até 35% a mortalidade, desde que seja alcançada uma cobertura populacional igual ou superior a 70% da população-alvo. O controle do câncer de mama foi afirmado como prioridade na Política Nacional de Atenção Oncológica (2005) e no Pacto pela Saúde (2006).

No contexto das ações de detecção precoce, o município de Curitiba, PR, iniciou, em final de 2009, a implementação do Programa Mulher Curitibana, com objetivo de fortalecer as ações de rastreamento do câncer de mama, entre outras ações relacionadas ao cuidado integral à mulher. O objetivo desta publicação é destacar a magnitude do câncer de mama, os principais fatores de risco da doença, as estratégias para seu controle e o papel do Programa Mulher Curitibana e da parceria com o INCA.

 
Registro Brasileiro de Transplantes - ABTO

Este trabalho é o registro oficial da Oficial da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) com relação ao número de transplantes registrados na primeira metade do ano de 2010. O crescimento da taxa de doação no país, a partir de 2007, vem crescendo em uma constante, tanto que os primeiros seis meses de 2010 quase alcançou o objetivo previsto para o ano completo. É o que demonstra este manual, que dentre outras informações, revela taxas recordes de transplante de rim, de fígado e de pulmão. Todas as equipes de saúde são responsáveis pelo sucesso do “RBTEvolução”.

 
Registros Hospitalares de Câncer – 2ª edição - Inca e Ministério da Saúde

A publicação dos Registros Hospitalares de Câncer – 2ª edição é importante passo para a consolidação e permanente atualização dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), e para o cumprimento da atribuição delegada ao Instituto Nacional de Câncer (INCA), no contexto da Política Nacional de Assistência Oncológica do Ministério da Saúde. É fruto do árduo trabalho de um grupo de especialistas do INCA e das contribuições oriundas da constante troca de informações com os profissionais das diferentes regiões do Brasil, em treinamentos, participação em eventos científicos e consultoria. Este Manual dá suporte à implantação da quinta versão da Ficha de Registro de Tumores dos RHC e orienta os registradores na sua atividade diária, cujo trabalho realizado com dedicação, persistência e competência, tem contribuído de modo relevante para a construção do sistema integrado de informações sobre câncer no Brasil.

 
Relatório de atividades 2005-2010 - Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reuniu neste relatório suas principais realizações de 2005 a 2010, demonstrando como o órgão se transformou na maior agência reguladora do país, tanto em número de colaboradores quanto em abrangência de atuação. Os dados refletem também a posição de liderança alcançada no plano internacional, nas relações com países do Mercosul, da África, da América Latina e do Caribe, entre outros. Programas, parcerias, cooperações internacionais, além de atividades e iniciativas pioneiras podem ser melhor conhecidos por meio do relatório. Este relatório está dividido em capítulos temáticos que apresentam a diversidade dos objetos de trabalho da Agência, como por exemplo: regulação de mercado; atuação internacional; agrotóxicos; alimentos; cosméticos; medicamentos; saneantes; sangue, serviços de saúde e vigilância pós-uso.

 
Relatório Global da OMS sobre Prevenção de Quedas na Velhice

Este relatório global é produto das conclusões e recomendações feitas pelo Encontro Técnico sobre Prevenção das Quedas na Velhice da OMS, realizado em Victoria, Canadá, em fevereiro de 2007. O relatório inclui perspectivas internacionais e regionais sobre questões e estratégias ligadas à prevenção das quedas e se baseia em uma série de trabalhos anteriores preparados por profissionais internacionalmente reconhecidos. O objetivo central deste documento, que inclui perspectivas internacionais e regionais, é de pautar um modelo de Prevenção de Quedas, alicerçado no marco político do Envelhecimento Ativo da OMS com ênfase na perspectiva de curso de vida e intervenções intersetoriais - como, por exemplo, as "estratégias amigas das pessoas idosas".

 
Riscos emergentes e novas formas de prevenção num mundo de trabalho em mudança – OIT

Ao longo das últimas décadas, o trabalho sofreu mudanças que, associado a uma rápida globalização, transformaram as condições de trabalho de muitas pessoas no mundo inteiro. Estas mudanças tiveram repercussões visíveis na segurança e na saúde no trabalho (SST). Em certos casos, os perigos e os riscos mais tradicionais regrediram ou foram eliminados, por exemplo, graças à automatização das instalações, mas as novas tecnologias também deram origem a novos riscos. No entanto, muitos dos riscos tradicionais ainda estão presentes nos locais de trabalho e o número de acidentes e de doenças associados ao trabalho continua a ser inaceitável. Por este motivo, a OIT – organizou esta cartilha.

 

 
Roteiro para Publicação de Livros | CAPES

O propósito deste roteiro é estabelecer critérios comuns para qualificar a produção intelectual veiculada através de livros e, a partir dele, estabelecer orientações para a avaliação trienal.

 
Saúde nas Américas - OPAS

A Secretária da Organização Pan-Americana da Saúde tem a responsabilidade constitucional de informar à Conferência Sanitária Pan-Americana sobre as condições de saúde e suas tendências na Região das Américas. Este é o propósito principal da edição de 2007 de Saúde nas Américas. Esta obra oferece um relatório geral atualizado sobre a situação da saúde na Região e, especificamente, nos 46 países e territórios das Américas, e narra e analisa os avanços, obstácu¬los e desafios dos Estados Membros, em seus esforços para alcançar uma melhor saúde para todos os habitantes do hemisfério.

 
Segurança do Paciente em serviços de saúde Higiene das Mãos

O presente manual destina-se aos profissionais que atuam em serviços de saúde, em todos os níveis de atenção. Assim, não apenas esses profissionais e os administradores desses serviços, mas também diretores de hospitais, educadores e autoridades sanitárias, poderão contar com informações relevantes para apoiar as ações de promoção e melhoria das práticas de higienização das mãos. Houve preocupação, por parte dos autores, em dar aos leitores orientações claras, eficazes e aplicáveis sobre os temas abordados. A Anvisa espera que esta publicação contribua para aumentar a adesão dos profissionais às boas práticas de higienização das mãos, visando a prevenção e a redução das infecções, bem como a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários dos serviços de saúde. Conforme preconiza este manual, higienizar as mãos constitui o primeiro passo para a busca da segurança e da excelência na qualidade da assistência ao paciente.

 
Sepse, Um Problema de Saúde Pública

O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN-SP, gestão 2015- 2017, apresenta aos profissionais de Enfermagem de São Paulo a publicação “SEPSE: UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA. A atuação e colaboração da Enfermagem na rápida identificação e tratamento da doença”. A sepse é um problema de saúde mundial que afeta todas as idades e está entre as 10 maiores causas de morte. Estima-se que ocorram cerca de 20 milhões de casos, anualmente, com taxa de mortalidade que ultrapassa 50%, nos casos mais graves. Para a redução do número de mortes associadas à sepse, são fundamentais o diagnóstico e o tratamento precoces. Na sepse, como no infarto ou no acidente vascular cerebral, tempo é vida. O início do tratamento implica em interven- ções guiadas por metas, desde a admissão do paciente, sendo a participação e adesão maciça dos profissionais da Enfermagem de suma importância. Frente a esta problemática mundial, o Coren-SP criou o Programa Qualifica Sepse, uma iniciativa pioneira de Educação Permanente que pretende qualificar os profissionais de Enfermagem na identificação precoce, cuidados e tratamento da doença. O Projeto tem parceria com o Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS)

 
Vigilância e Prevenção de Quedas em Pessoas Idosas

O estado de saúde e a qualidade de vida ganham lugar de destaque como tema de atenção e cuidado à pessoa idosa em consequência da consolidação do processo de envelhecimento populacional e do acúmulo de conhecimentos sobre as mudanças na morbidade e suas conseqüências nessa população. Vigilância e Prevenção de Quedas em Pessoas Idosas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, visa contribuir especificamente para o desenvolvimento de modelos e técnicas de atuação na prevenção de quedas e na produção de avanços para o enfrentamento da situação relacionada ao agravo e para o impacto na sua redução.

 
Voto não tem preço. Saúde é seu direito! - MMCE

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) lançou esta cartilha com o intuito de esclarecer aos eleitores sobre serviços de saúde garantidos por lei e que não podem ser trocados por voto. Esta é a primeira campanha da rede após a sanção da lei da Ficha Limpa, no dia 04 de junho de 2010.

 

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